Disse um oi ou um bom dia para a mais nova amiga de infância. Adjetivos e apelidos similares, as mesmas brincadeiras sem graça. Ainda bem que todo mundo sempre agrada alguém. Programou um sorriso, tinha que se programar para parecer estar bem.
Do outro lado, pedi para que cuidasse de seu coração. Ele está bem, eu sei. Mas é grande demais! Nem todo sorriso vem de dentro, mas o seu entende assim. Se dersarma, e tropeça novamente.
Parecia uma estranha fixação, inexplicável para alguns. Para mim, um simples modo de chamar atenção. Mas não era carência, ou melhor, não é uma carência saudável. Queria estudar onde estava, e queria estar lá por ser sua chance.
Pessoas são pessoas, acima de qualquer coisa.
Oportunidades são ocasiões.
Oportunistas são pessoas de má indole!
Comprou um par de sapatos, preencheu se armário. Pernas ao ar e mais uma pedra de gelo. Mas nada disso compra a paz... De fazer a coisa certa!
domingo, 26 de julho de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
A falta que não fiz
Fones de ouvidos e cabeça baixa. Cercada por olhares curiosos, caminhava. Seus pensamentos tão absortos em tudo que ficou, mas em ninguém permaneceu.
O peito apitava e se contraía como uma panela de pressão, a foto que levou na mochila não atenuava solidão. A mente era um reduto de planos, inquieta e veloz pensava em milhões de idéias e sonhava. Os sonhos eram estranhos e estranhamente vazios.
Descansou sem relaxar. As pernas e os olhos parecem tão pesados. Foram horas pensando no que deixou para trás e, quando voltou, encontrou o vazio.
Seu livro não terá um capítulo sobre uma história que ninguém vai contar, da falta que não fez!
O peito apitava e se contraía como uma panela de pressão, a foto que levou na mochila não atenuava solidão. A mente era um reduto de planos, inquieta e veloz pensava em milhões de idéias e sonhava. Os sonhos eram estranhos e estranhamente vazios.
Descansou sem relaxar. As pernas e os olhos parecem tão pesados. Foram horas pensando no que deixou para trás e, quando voltou, encontrou o vazio.
Seu livro não terá um capítulo sobre uma história que ninguém vai contar, da falta que não fez!
sábado, 4 de julho de 2009
Deixei as metáforas de lado. Talvez hoje não seja um dia interessante para medir as palavras dos textos, buscar combiações ou rimas ou tentar fazer algo interessante demais!
Voltei a ficar presa no passado! Esse ano está passando rápido demais, mas eu ainda enlaço fevereiro pelos dedos. A textura não é tão suave, mas a sensação é melhor do que eu esperava!
O tempo passa e as marcas no meu rosto são as mesmas. Eu lembro o lado, lembro o tempo, lembro que fiquei com o rosto todo vermelho. Sim, marcou!
Dois braços formam um laço, quatro formam um abraço! Quanto tempo durou? Mais ou menos do que a eternidade refletida nos olhos? Eu não sei!
O tempo passa rápido demais, mas ainda assim ele se arrasta volta e meia. E todos aqueles segundos que parecem ter durado horas foram tão longos que se tornaram eternos!
Toda vez que eu penso em congelar o presente e em estacionar meu futuro, o passado volta à tona.
E isso é o tempo que me mostra. Não adianta olhar no espelho, mas nem precisa olhar o relógio, nehum dos dois dirá nada sobre isso. Mas a vida deixa marcas que o rosto não mostra e o tempo deixa marcas que a vida não ultrapassa.
Se eu olhar para trás e para o lado e continuar vendo a mesma coisa... Meu coração cotinuará acelerado, o tempo não vai correr, mas mesmo assim eu poderei prever o futuro! Pois o que sempre esteve e ainda está aqui, comigo sempre estará.
Deixei as metáforas de lado, por incrível que pareça!
Não que todos sentimentos sejam claros... É uma questão de transparência.
domingo, 21 de junho de 2009
Quem é seu rei?
Hoje eu me lembrei de uma música do Gram que diz assim: "quem é seu sei? quem é você? que explora o sol, mas é tão frio..."
Algumas pessoas amam coisas, mas não possuem dom suficiente para exercê-las. Até que um dia você descobre seu dom e encontra alguém que te dá uma chance de usá-lo a favor do que você gosta.
Você escolhe se lugar. Você o aceita. Você escolhe seu fardo.
Somos os únicos donos das nossas responsabilidades e os únicos responsáveis pelo nosso estilo de vida. Como eu poderia virar as costas a quem me deu a chance da minha vida?
Subordinados todos somos. Senão dos outros, de nossas escolhas, de nossas opções, de nossos pensamentos, de nossas filosofias. Acontece que algumas pessoas não possuem talento para ficar em segundo plano.
Poucos são aqueles que entendem que podemos brilhar sem ofuscar as cores de ninguém. No simples ato de se colocar no seu lugar e ser o que se é.
Algumas pessoas querem coroas para falar que são o máximo, outras possuem talento para reinar. Eu oferecia medalhas de honra ao mérito a todos que não se contentam em ser ninguém, contanto que elas entendam que isso não se faz querendo aparecer mais que todo mundo.
Movem-se como se fossem peças de 'resta um' , eliminando uns aos outros com destreza e raciocínio, jogo típico de quem não possui emoções e não se deixa tocar. Num misto de frustrações que os deixam com asco de quem ... sente.
Não precisamos nos tornar os peões do tabuleiro. Não precisamos ser inferiores aos nossos reis. Podemos ser tanto quanto eles, mas as causas que defendemos é que nos fazem reais. São elas que norteiam nossos objetivos e dão sentido à nossa vida.
É preciso ser rei para ser real?
Alguns acham digno morrer por alguém, mas não é necessário morrer para se dar a vida por alguém. Portanto sejamos menos extremistas e mais realistas. Não são necessárias guerras ou perdas.
TEXTO DEDICADO À PESSOA QUE ESCOLHI COMO A RAINHA DO 'MEU JOGO'.
Admirações e reverências a quem faz frente para a vida, a quem é forte e sabe onde quer chegar!
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Tive um sonho curioso, com elementos que nunca havia tido antes.
A pessoa que me aconselhava me chamou pelo nome e disse "eu sabia que você viria até aqui".
Me lembro que eu tinha vergonha de falar as coisas, pois se fosse capaz de 'adivinhar' meus pensamentos saberia de coisas que eu não divido com ninguém.
Quando tudo era vago, apareceu uma bola de cristal com um olho preso no meio. Quando ela se dissolveu, tornou-se em um gato preto e inquieto enquanto a voz me dizia "sabe porque desse gato? você entende o nervosismo dele? ele está preso, essa é você! você está presa! em um pequeno espaço e por tanto tempo."
Assenti desde o começo, não é nada que eu não saiba. Não me via, mas tinha a sensação de que estava de cabeça baixa balbuciando justificativas como se elas fossem mudar algo. E isso me envergonhava tanto, pois eu sabia que logo eu ouviria coisas que realmente me afetariam, ou que me deixariam encabulada.
Então o gato sumiu, simplesmente! E foi assim que meu sonho acabou, com os nostalgicos tons de cinza de transformando em um efeito "fade out". A escuridão deixou um vazio, algo que me sufocou. Foi o único sonho de uma noite na qual eu simplesmente não preguei os olhos!
Não foi cafeína, não foi uma simples insônia, não foi o frio e nem o formigamento habitual no meu braço, não foram os espirros e nem a sinusite. Foi a minha mente!
Foi olhar para as coisas como etão, foi ver o que vale e o que não vale a pena, foi tentar concluir tantas coisas e me virar e virar e nada mais!
Acordar é um gesto mecânico que me leva sempre ao mesmo lugar. Só havia uma nova mensagem... Do personare:
"....e perceba a importância de relaxar e também dar vazão à sua criança interior, permitindo-se atos de diversão. A prioridade aqui é a carreira, portanto aproveite bem estes poucos dias favoráveis ao lazer..."
Tentei sentir saudades, mas são
coisas tão distantes que nem me lembro mais o sabor que elas tem.
Despertei com um milhão de vontades, mas a primeira delas foi a de tomar uma bela xícara de chá!
terça-feira, 26 de maio de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
Desabafo
Algumas coisas não existem pela
metade.
Não existe 'meia confiança'
Eu estou aqui, inteira!
Então ou você vê... Ou não
vê!
Não me esforço mais!
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